segunda-feira, 1 de junho de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
"Tão triste como não acreditar e matar os nossos próprios sonhos... por não crer, é matar o sonho de alguém que, acreditando, perdeu a sua fé por nós." GD"Nada mata mais que as palavras; nada corta mais que o verbo. É uma lamina que dilacera a alma. Elas são as reformas dos tempos, dos templos. Ele é o fim da humanidade, o Omega da criação mal resolvida, pensava." GD
quarta-feira, 27 de maio de 2009
O Livro
Enquanto vinha da escola, ainda com 12 anos de idade, fiquei meditando sobre as influencias do Bem e do Mal na vida do homem, e o impacto na humanidade decorrente de tais ingerências. Meditava quando, repentinamente, como se entrasse em transe, ouvia vozes, palavras inexprimíveis que ecoavam em minha mente. Neste momento, estava bem próximo à ponte; tinha que atravessá-la todos os dias para chegar em casa. E, logo depois de atravessá-la, tinha ainda que percorrer uns 300 metros de mata; era uma trilha cercada de vegetais, pedras e arvores diversas; porém, eu não me esqueço de uma em particular: uma grande arvore de eucalipto. Não sabia o por quê, mas de alguma forma, ela sempre agitou-me. Era como se ela estivesse me vigiando o tempo todo, todos os dias quando voltava do estudo.Comecei a atravessar a ponte por volta das treze horas, como todos os dias o fazia, mas este foi um dia diferente dos demais. Meditativo e cabisbaixo como sempre, atravessava a ponte com os olhos ao rio que percorria lentamente com suas águas turvas. Foi quando notei uma pedra em forma de um livro; a princípio, achei estranha aquela coisa. Chamou-me muita atenção. O que será aquilo? - pensei eu – e, movido por uma forte curiosidade, atravessei a ponte por toda aos pés, como se descalço; desci, então, ate o rio para ver do que se tratava aquele objeto estranho submerso às margens das águas, que outrora turvas, agora tão claras como cristal. Para meu espanto, ali estava realmente um livro, ou uma pedra em formato de um livro aberto, e nele, o seguinte dizeres: EIS QUE HOJE LHE DAREI O ANEL, E SE O ACEITARES, A TI DAREI O PODER DAS NAÇOES. Aqueles dizeres soavam como se de fato alguém estivesse sussurrando tais palavras em meus ouvidos. Fiquei petrificado nesse momento, não sabia o que fazer, mas o livro me pedia uma resposta como se pudesse comunicar-se diretamente com a minha mente... e de fato, podia! Nada disse, pois estava assombrado demais, e cercado por forças que até então eu desconhecia. Era muito forte o que permeava todo o meu ser; meu corpo tornou-se fraco como se não comesse a dias, minha mente tornou-se vulnerável; e, por mais que eu buscasse bloqueá-la, ela poderia ser lida pelo livro e seus guardiões. Meus desejos mais secretos eram descortinados diante da forte ingerência dos guardiões e do poder do livro. segunda-feira, 25 de maio de 2009
O que fica para depois?
O amor, além de os tão somente desejos de amar, excede todo o entendimento; faz-nos pessoas melhores por ações concretas na construção das colunas sociais; e isso, pela edificação do espírito, elevado com dignidade e graça, pelo amor em obras... além de os " tão somente desejos de amar".
O que fica para depois?
O que fica para depois?

Como alguns trocados significa tão pouco quando vamos às compras, mas como parece tanto quando temos que fazer uma doação a um necessitado.
Como uma hora passa tão rapidamente quando estamos vendo um filme, mas como demora passar quando estamos num templo a "cultuar ti".
Como o amor se poetiza na arte e nas palavras tão maravilhosamente, mas como ele se torna tão egoísta quando temos que pô-lo em pratica, ainda nas atitudes mais simples como dar pão ao que tem fome e água ao que está sedento.
Como são amplos as nossas palavras de fé, e o conhecer da verdade, mas como são tão pequenas as nossas obras de caridade, e tão incoerentes as verdades que dizemos crer.
Como somos tão espirituosos ao falar de Deus e com Deus, mas como somos tão moldados ao século materialista, e o forjar a verdade, transformando-nos em bons hipócritas espiritualizados.
Assim como pode um gladiador dizer-se valente sem o escudo da sua defesa e a espada do seu ataque, assim pode dizer-se espiritual um homem cujo amor e fé lhe estão tão distante. Ambos, no céu e na terra, serão como a terra salgada que fruto algum produz.
Como é melhor, por vezes, odiar a ter que amar tão freqüentemente. Odiar todas as formas de injustiça social: a fome, a miséria, o preconceito, é amar com o verdadeiro amor, pois Ele regozija-se em ver o faminto saciar-se, em ver o miserável erguer-se de sua prostração, em ver o descriminado ser desmarginalizado pela justiça. O Amor verdadeiro não se alegra tão somente no desejo de tal mudança, quer social ou espiritual, ou em esperar desejosos que outros o façam. Em tempos conturbados, como o que estamos vivendo, o homem de bom coração e disposto às obras do Bem, deve doar-se voluntariamente a Ele. Deixe-O interagir sem reservas em vossas vidas, para a transformação de dias melhores e mais humanos. Sobretudo, para a elevação de vossas almas, diante dAquele que vos chamou. Nesse dia, na viração dos tempos, se compreenderem o que eu digo, viram que o vosso ódio era apenas um elemento da indignação do verdadeiro amor; do amor que nos transforma, que transforma, que a tudo modifica. GD
Como uma hora passa tão rapidamente quando estamos vendo um filme, mas como demora passar quando estamos num templo a "cultuar ti".
Como o amor se poetiza na arte e nas palavras tão maravilhosamente, mas como ele se torna tão egoísta quando temos que pô-lo em pratica, ainda nas atitudes mais simples como dar pão ao que tem fome e água ao que está sedento.
Como são amplos as nossas palavras de fé, e o conhecer da verdade, mas como são tão pequenas as nossas obras de caridade, e tão incoerentes as verdades que dizemos crer.
Como somos tão espirituosos ao falar de Deus e com Deus, mas como somos tão moldados ao século materialista, e o forjar a verdade, transformando-nos em bons hipócritas espiritualizados.
Assim como pode um gladiador dizer-se valente sem o escudo da sua defesa e a espada do seu ataque, assim pode dizer-se espiritual um homem cujo amor e fé lhe estão tão distante. Ambos, no céu e na terra, serão como a terra salgada que fruto algum produz.
Como é melhor, por vezes, odiar a ter que amar tão freqüentemente. Odiar todas as formas de injustiça social: a fome, a miséria, o preconceito, é amar com o verdadeiro amor, pois Ele regozija-se em ver o faminto saciar-se, em ver o miserável erguer-se de sua prostração, em ver o descriminado ser desmarginalizado pela justiça. O Amor verdadeiro não se alegra tão somente no desejo de tal mudança, quer social ou espiritual, ou em esperar desejosos que outros o façam. Em tempos conturbados, como o que estamos vivendo, o homem de bom coração e disposto às obras do Bem, deve doar-se voluntariamente a Ele. Deixe-O interagir sem reservas em vossas vidas, para a transformação de dias melhores e mais humanos. Sobretudo, para a elevação de vossas almas, diante dAquele que vos chamou. Nesse dia, na viração dos tempos, se compreenderem o que eu digo, viram que o vosso ódio era apenas um elemento da indignação do verdadeiro amor; do amor que nos transforma, que transforma, que a tudo modifica. GD
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Os eus universo.

Para todas as coisas há um tempo determinado debaixo dos céus... Em particular, me calo, me reservo a mim mesmo, perdido em minhas introspecções a descobrir tão somente os universos paralelos que me cercam ofuscando meu verdadeiro EU. Permeia-me a duvida do Ser, mas não tarda e me reencontro novamente, e isso tão certo com o raiar de um novo dia. Onde esta todo o enigmatismo? não sei.. talvez se esconda na sublimidade do verbo, da poesia e das reflexões de espírito. GD
Hoje, mas apenas hoje.

Hoje vou desconectar minha máquina do tempo. Hoje não vou refletir dias de outrora, passados recentes ou remotos. Hoje não vou fazer planos para o futuro, nem vou criar expectativas para dias melhores. Hoje eu vou ver sessão da tarde, vou estourar pipocas, vou deitar ao chão e rir de qualquer besteira... da piada mais sem graça de um piadista bem mala se alça. Hoje F***-** os conceitos utópicos, a paixão e o desejo desenfreado. F***-** os poetas que sofrem a sua dor, D***-** as aspiracoes lunáticas e a introspectividade de um ser. Hoje, eu só quero desligar a máquina do tempo; comer pipocas mesmo, falar errado, tomar coca-cola e arrotar. Hoje, eu vou assustar muita gente, mas e dai? A pipoca é minha; o refri?! tbm!!! GD
O eu universos

Dizer quem sou é um grande dilema para mim mesmo. Sou como Marte cercado por Demos e Fobos. Sou como a folha de inverno levada pelo vento num destino a mim incerto. Se por ora, labirinto sou, por vezes me encontro num reencontro intimo dos dias que se passaram; dias bons onde eu era o vento, o labirinto, demos e fobus.GD
domingo, 10 de maio de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)
