terça-feira, 15 de outubro de 2013

GD7


"Antes de começar o trabalho de modificar o mundo, dê três voltas dentro de sua casa." – Provérbio Chinês.

Pronto! – Sempre se dá um jeitinho;)

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Amen

"Que a consciência do mal não gere em mim a retribuição do mesmo. E eu cresça."

"Eu, sinceramente, não acho que vou construir um castelo com as pedradas que levei. 
Eu não vi ninguém que o tivesse feito. Não! Apenas um...
E a quem eu perguntei, disse-me: Eu nem as percebia."

Então, que eu veja o Bem até no Mal que me atiram... Amém



Marcelo GD

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Livre!















Ela era tão livre que libertou-se da própria liberdade. Ela libertou-se das amarras e dos conceitos daqueles que se dizem livres - e não são. Ela era tão livre que, ao vê-la alçar os seus vôos, admirava-me com tamanha leveza dO Ser.

Ela apenas decifrou os códigos de sua própria natureza. Ela mergulhou em si mesma - Agora ela está liberta, sem as velhas camadas de tantas liberdades de faz-de-conta.



By Marcelo GD

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Lágrimas


... Eu já chorei todas as Lágrimas.
Eu já fui ao fundo do poço.
Eu já chorei todos os choros...

É... Eu já estive lá por três vezes,
E descobri que nunca choramos o bastante.
Não enquanto estamos nesta vida.
Enquanto há lágrimas.
Enquanto, em nós, existe vida...
Sede de viver...
Sede de ser vivido.



By Marcelo GD

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Orvalho

Faz por acreditar em seus sonhos quem libera orvalhos às plantas pela manhã, bem cedinho, no arraial de seu coração. E, a cada amanhecer, cuida, rega, dando-lhe esperança de vencer todo o calor de um dia seco... quando nada mais promete, quando tudo parece tão próximo ao fim; quando nada mais importa de sentidos que se foram... perdidos...


Se o machado da impiedade, da tristeza, da injustiça, do abandono lhe foi posto à raiz, eis que lhe ressurgirá o renovo. Permita-se! Orvalhos são gotas de fé. Orvalho, doce e suave brisa molhada, que revigora flores na alma;  flores - com esperança mordaz de só mais um dia - não permita. Não! não permita que venham a perecer! Não se permita apenas mais um dia, e o derradeiro de sequidão. Faça com que sejam liberadas. Faça dos orvalhos gotas de fé.


Aprendi que, em meio a tanta dor, quando acreditamos, estamos plantando uma sementinha de fé, uma sementinha que, a princípio, pode parece tão frágil quanto a nossa perspectiva de vencer, de acreditar que tudo vai passar; e, tão pequenina essa sementinha que até desconhecemos o seu poder sobre as grandes duvidas que, ao coração ferido, faz pairar trevas sem esperança alguma de luz. Mas, aos olhos, sendo tão pequenina como um grão de mostarda, reage, mas parece de pouca duração pelo seu aspecto inicialmente débil, como de uma passageira e fugaz esperança de um tolo sonhador, que de quimeras acaba por alimenta-se das quireras ao travesseiro de confidencias e lágrimas noturnas. É, inicialmente, de pouca relevância o seu valor, ou o que ela pode fazer. Ela nos surpreenderá! Ela não nos toma de súbita paixão que de repente se esvazia e consome a alma na grandeza da paixão que ludibria, mas ela nos vem mansa, calma, serena, sem turbação no espírito. Ela é discreta, desprezada, às vezes... mas poderosa. Ela é pequena, grande, incompreensível. Ela – a fé - julgada como louca por não haver conceitos lógicos que à razão satisfaça seu EU. Aprendi que ela germina dos sonhos que brotam na alma, dos sonhos que cultivamos em cada amanhecer de um novo dia - mesmo sem saber que cremos, posto que vestida de sua descrição, gloriosa, põe-se discreta e pequena o grão de mostarda.

Por acreditarmos, ainda que estejamos no deserto, ao calor do meio-dia, ela está ali... VIVA!!! Cauterizando as nossas feridas, profundas, escondidas, sentidas e vivenciadas numa existência outrora sem vida, até que, certo dia, uma lágrima vertida corre pela sua face. E, ao tocar seus lábios, você logo senti na alma algo diferente acontecendo: ela não corre mais amarguras que te magoaram e dores todas que enfrentou. Agora ela passeia pelo seu rosto com as boas novas de dias melhores. Proclama à sua alma todo mal que enfrentou, a fim de que não se esqueça dos dias de sofrimento. Na alma, uma sensação de alivio: o seu cativeiro foi destruído! De gratidão você grita de felicidade... de um júbilo glorioso que faz a sua alma flutuar nas nuvens, junto aos pássaros da primavera.


É a nossa fé que faz emergir, das profundezas, a esperança de vermos a rocha e os rochedos. E, das profundidades de um espírito abatido, onde se alojam momentos de luto, de perda e dor, renascem sonhos perdidos, capturados, às vezes reinventados por conta de nosso caminho que nem sempre é o que desejamos trilhar... Ah! Mas quando acreditarmos de verdade, tudo se fará possível, talvez, de início, não concreto em nosso mundo secular que contrasta e afronta sonhos da alma como um poderoso oponente. Isso é para aprendermos uma outra lição: a da paciência transcendental! Todavia, mais real que o nunca e mais verdadeiro que o sempre que assim se estabelece na alma a eternidade; faz-se expressa no coração como um estigma, ou um sinal que nos destina.

Sei que o sonho é bom, e, se bem forjado pela dor na alma, toma novos conteúdos e reivindicações; desfaz-se de outras cores, porém; ainda assim ele é bom.

Sonhar é plantar para o amanhã a felicidade de hoje. É fazer descer orvalhos num dia triste. Sonhar é regar o próprio sonho.

Mas, uma coisa é capaz e somente ela pode acabar com seus sonhos: é quando você para de acreditar, de confiar em si mesmo, de por a sua fé em ação e, em outros casos, permiti-la por outra mão. Não o permita: Mãos estranhas a descrever o seu destino, a sua fortuna, a sua força, a sua missão e a sua felicidade. Permita-se aos orvalhos de sua própria fé!

Por meio dela, faça emanar certezas ainda maiores. Faça fluir convicções inabaláveis na alma, refazendo universos mais sólidos do SER. E, vivifica-los! Torná-los tão reais quanto tão verdadeiro é - e está - em nós, aquilo em que verdadeiramente acreditamos... de valor único, absoluto e nosso!

Eis o renovo...













By Marcelo GD

terça-feira, 26 de março de 2013

ELA: Thalita Kume


Lá estava ele... um caminhante no deserto. Ele sentia sede. Ele tinha fome, mas ele prosseguia às escassas forças que retinha... Ele olhava para os céus. Ele procurava, atento, por singela formação de nuvens, que preanunciassem águas vivas para matar a sua sede, e assim, recebesse algum alento. Ele mirava seus olhos ao horizonte em busca de um porto seguro, de um oásis que acalentasse a sua alma ferida das desilusões vividas. Ela - a sua alma - ainda passeava, mas, cabisbaixa, sentia o fio de sua esperança esvair-se, com seus pés nus, ao chão, de uma areia escaldante. De Alma moribunda, caiu-lhe o semblante. Prosseguia mui fragilmente, alimentando-se apenas das lágrimas e suores que lhe corriam à boca, como um sal insípido. Sem expressão alguma de sentimentos, que nem a dor parecia mais abatê-lo - por esperanças todas esvaídas da alma - Ele caminhava, meio-homem, sem mais olhar aos céus; nem desejos de saciar-se. Não havia mais desejos em sua alma. Nem sonhos. Nem vida. Nem nada.

Ele caiu...

Ele caiu sem resistir. Ele rendeu o seu espírito à existência. Ele desistiu de lutar.

E ele dormia...

Ele não fingia dor. Ele sentia dor... Ele sentia vazio. Ele sentia-se só, e tão só que até a solidão presenteou-lhe com o abandono naquele instante de rendição, ao nada que o enamorava.

Ela o sondava o tempo todo. Ela por ele chorava e dava-lhe de suas lagrimas a beber: Era quando ele recobrava um pouco de suas forças e prosseguia, mesmo às escassas esperança, mesmo sem ter mais forças para olhar aos céus e procurar avistar alguma pequenina nuvem que lhe acrescentasse um pequeno sorriso. Ela estava presente em sua vida. Ele não se dava conta... sentia-se completamente desolado naquele deserto ao calor do meio-dia.

Caído ao pó, beijando-o o que logo seria, sentiu-se levemente tocado por uma brisa que lhe vinha do norte. Ele, então, definitivamente, deu adeus à existência ingrata e tão sofrida. Novamente, ao ser tocado tão sutilmente pela brisa, sentiu o refrigério de deixar de existir... e amou mais a morte que a vida. Ele sentiu que tudo se findava naquele momento. Ele acreditou que o fim de todas as coisas era melhor que prolongar o tempo às vãs esperanças de dias melhores.

Ele acordou...


Ele pensou estar no paraíso. E a brisa, novamente, tocou-lhe... e lhe era como sombra, e como água fresca de cisternas das quais provara quando jovem de espírito, cheio de sonhos e de vitalidades. Ele levantou-se. Ela o levantou. Ele abriu os olhos. Ela lhe fez enxergar. Ele dava o primeiro passo... e ela o direcionava. Então ele compreendeu o milagre da vida.

Ele olhou para os céus, cheio de vida, e agradeceu. Ele observou o mover das nuvens; fitou seus olhos atentamente ao seu movimento na expansão dos céus, e elas se desenhavam... Thalita kume, a filha do silêncio e da ressurreição.


Ele ergueu-se... e glorificou a Vida.




By Marcelo GD


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Páginas





















Aquele amor era somente um doce e maravilhoso personagem inventado... Apaixonei-me pela ficção, rasguei aquelas velhas páginas amareladas da realidade, - de quem eu pensava ser real e não era, não mais - e, de repente, em páginas brancas onde eu a descrevia, ela respirou. 

- Marcelo GD




sexta-feira, 30 de novembro de 2012

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

EGO


















Renda-se ou me renderei a ti? Não havia vencedores, só donos da verdade; guerras intermináveis naquele campo de batalha, onde a vaidade prevalecia; onde a humildade se pôs de joelho, e chorou... - By Marcelo GD


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

O HOMEM E A PEDRA




















Caminho ao inacessível... constante.
Caminho sonhos. Partilho trilhos. Evoco sentidos.
Desperto-me, de súbito, ao caminho que minh'alma busca...

E sinto !

Sinto a tristeza por não atingir anseios da alma.
Então..., sobre a pedra, quero desistir.
Deixar todo o idealismo...
Viver formas patéticas.
E quase medíocres à minha existência.
Mas não tem jeito...
De súbito, um novo despertar:
Minha alma é utópica.
                                              Levanto-me novamente...
                                              E prossigo...

Atrás, deixo a pedra, sobre a qual, sentado, coloquei-me a refletir.
Mas, por outras, ela me aguarda...

                                             Tanto quanto a outros...
                                             Aos dilemas de uma alma.

                                              Prossigo... constante.


ByMarceloGD








sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Silencio


Estou tão quietinho, mas tão quietinho que até o silêncio - aquele silêncio provocador - aquietou-se dentro de mim. - Em uma breve e doce percepção do infinito.






MarceloGD

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Otimismo suicida

Ontem aquela depressiva estava tão otimista...
Tão otimista e tão depressiva como nunca antes.
Ontem, ela encontrou uma saída: definitiva!
Hoje, ao meio-dia...
Thalita suicidou-se.

Não! Ela renasceu!

- Eu não quero crer em uma verdade e sentir a minha alma chorando. Eu quero uma verdade que alegre a minha alma e lhe mate a sede; e se ela, a minha alma chorar, que seja por um bom motivo: será por Ela e para Ela, à minha verdade, a quem a minha vida darei. Pois se você não está pronto a morrer pela sua fé, você ainda não creu, ou não está pronto para a verdade.

Thalita, quando se vai, despede-se, dizendo: Adeus por enquanto. – disse-me a mim... assim, já distante... 

...e cheia de vida.





ByMarceloGD


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O Mestre [Fragmentos]


E, provavelmente, por sua escolha, nunca chegará à fonte.

Muito tempo depois, começo a entender as palavras daquele homem... quando, cabisbaixa, me disse: 

“não escolher e nem reconhecer este que você chama de caminho mais fácil quando ele está bem aqui diante de você, como um presente, é negar com olhos altivos e queixo arrogante a humildade da sabedoria; a verdadeira humildade, a que precede toda honra e toda a glória de um homem que busca por ser sábio”. 

"Pareceu-me triste ao tom de sua voz, como de um pai respondendo aos lamentos..."

Aquele humilde homem era o mestre que eu precisava ter. Ele era como a própria sabedoria encarnada, mas na carne de um frágil homem de aspecto periférico, a quem tipo assim pouco valor se é dado. Ele estava ali: tão presente e diante de mim; e eu não o reconhecia! E, naquele momento, eu o deixei partir pela mesquinharia de minha tola arrogância, arquétipos e conceitos tão vulneráveis de Deus. E ele se foi, tocando seu velho realejo... de estranha e inesquecível ressonância.





ByMarceloGD

terça-feira, 7 de agosto de 2012

A Rosa não morre jamais

















A rosa por si só é bela – o belo sempre será belo - mas nada como a beleza contemplativa: O belo por trás do belo. Esta é a beleza que não murcha as rosas, que faz aflorar o belo para o sempre, que essência é o que fica e se transmite na alma... de geração em geração... sem que a rosa perca sua vitalidade, beleza, ternura e suavidade. É a graça da contemplação, o êxtase vital cujos olhos da alma anelam. Até um grande traficante de armas cuida bem de seu jardim. Ele apanha uma rosa -e, ao cheirá-la, reconhece logo o seu valor. E entrega-se à outra dimensão ao contemplar as suas Roseiras... como se adentrasse a Presença de Deus. Porque o belo sempre será belo em si mesmo, sustentado pela sua própria graça. E, independentemente dos olhos de quem O vê, se eterno ou finito aos olhos do tempo, por si, se basta. Por essência, faz-se eterno. Das nossas escolhas, ao que pensamos ser, das percepções do tempo e espaço, e da eternidade – pensei – ah, espelho, não me digas que tu és para todos... Logo, respondeu-me, ao íntimo: a verdade não é para todos. Para quem, então? – Perguntei. – Para aqueles que acreditam... que as rosas não morrem jamais!


ByMarceloGD

sábado, 4 de agosto de 2012

Homens Fortes























Homens fortes são mitos; são criaturas lendárias que exaltamos pelos seus feitos. Mas, em verdade, nós jamais soubemos, ou saberemos, um dia, de suas fraquezas, porque expô-las, ser-lhes-ia o enfraquecimento de suas obras; a quebra do mito que os cercam...  dos feitos pelos quais se eternizaram.

Homens fortes são vaidades.
Homens fortes se protegem num escudo que eles mesmos criam.
Homens fortes precisam se provar a todo tempo; portanto, se necessário for, até dissimula.

Homens fortes temem a força daquele que também se finge forte.

Homens fortes temem a sua própria força; ao pôr-se à prova, descobre-se, e dissimula sua natureza.

Homens fortes são assim: São tão fortes como querem acreditar que são.
                                            São tão fortes como nos fizeram acreditar.
                                            São mitos, são lendas... são referencias da nossa vaidade, e... muito pouca transparência de nossas fraquezas.

Enfim...

Homens fortes - que assim desejam sê-lo, até a humildade eles plantam; a fim de colher da simplicidade dos simples os louvores de sua grandeza.- Homens fortes estão por toda parte...
           ... E em parte alguma.

                                                                                                  Marcelo GD


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Liberdade














A verdade nos liberta doce E_terna, quando o intelecto sentiu o coração, da liberdade que se provou. - Marcelo GD





quarta-feira, 1 de agosto de 2012





















O AMOR:


" Não há outro caminho por meio do qual poderemos compreendê-Lo. Compreende-se ao trilhá-Lo. Pois o caminho já norteado, aponta ao que Ele quer nos dizer, e nos diz - silenciosamente. Ou não. - Compreende-se o AMOR amando. Este é o caminho.  


- Marcelo GD

terça-feira, 31 de julho de 2012




Mas, Os lobos que criamos em nós, eles são os mesmos que nos levam ao seu covil. É quando nos devoramos - a nós mesmos. ( Marcelo GD )


E eu o via subindo...
Já para o décimo primeiro degrau...

E eu ali, vendo-o tão distante de mim. – Estranho que por mais que eu buscasse alcança-lo, mais me doía a distancia, como se eu me afastasse de mim mesmo. - Um sonho grande, lindo e muito bem alimentado, e eu ali, ao pé do primeiro degrau, ainda preso à consciência de um “eu” tão pequeno, mesquinho e fugaz.

Quem sabe um dia... Em um dia qualquer...

... eu me alcance, e abrace o enamorado em mim.

Quem sabe...





ByMarcelo GD

sábado, 28 de julho de 2012

"Eu tenho pena de vocês"


Vocês esperam uma intervenção divina
Mas não sabem que o tempo agora está contra vocês
Vocês se perdem no meio de tanto medo
De não conseguir dinheiro pra comprar sem se vender
E vocês armam seus esquemas ilusórios
Continuam só fingindo que o mundo ninguém fez
Mas acontece que tudo tem começo
Se começa um dia acaba, eu tenho pena de vocês"





"E as ameaças de ataque nuclear
Bombas de neutrons não foi Deus quem fez
Alguém, alguém um dia vai se vingar
Vocês são vermes, pensam que são reis
Não quero ser como vocês
Eu não preciso mais
Eu já sei o que eu tenho que saber
E agora tanto faz
Três crianças sem dinheiro e sem moral
Não ouviram a voz suave que era uma lágrima
E se esqueceram de avisar pra todo mundo
Ela talvez tivesse um nome e era: Fátima
E de repente o vinho virou água
E a ferida não cicatrizou
E o limpo se sujou
E no terceiro dia ninguém ressuscitou" - Capital

Bom dia, Mundo!!!



sexta-feira, 27 de julho de 2012

O Combatente [ Fragmentos ]





“...Nos campos de batalha você deve escolher o melhor dos combatentes. Escolha o melhor dentre os mais valentes, e dê-lhe as honras devidas. Escolha o melhor dos guerreiros em você mesmo; pois você estará lá. Não o olhe com os olhos, mas enxergue-o com a alma, e você contemplará – desde que com simplicidade de espírito, grandes proezas acontecendo em tua vida. E lembre-se: Por vezes, o Grande Valente oculta-se em um pequenino “eu dentro ti”, um EU adormecido que - no passado - tu negaste, e tu esqueceste dentro de ti, julgando-o como um débil às adventícias e tenebrosas forças contrárias. Encontre-o... Encontre-se a si mesmo o Eu adormecido.


Nos campos de batalha... Prossiga! O bom combate da vida está em prosseguir... sempre! E jamais, em momento algum, abandonar o seu caminho por algumas fraturas expostas em combate, ou por algum sangue derramado por um coração partido. Porque quem abandona o seu caminho e opta por novas e tolas escolhas, por não discernir-se e os seus dentro de si, não abandonou apenas o que seria a sua bela jornada, mas deixou para trás...

... a sua própria vida



By Marcelo GD

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Bom dia meus amigos!
Desejo-lhes um dia com muita Paz e com muita Alegria. 


Enfim, um Dia Perfeito.